Will Forte é o cara. Não, não é o Andy Samberg, apesar de ele ser muito bom e estar com um filme legal, Hot Rog, se não me engano. Justin Timberlake, eu odeio as músicas desse cara, sempre fica legal em comédias, vide a participação dele ao lado de Jimmy Fallon no Robin Gibb Show (sim, o cara do Bee Gees). Mas Will Forte é o the next big thing das comédias-estúpidas-legais-americanas. Não, eu não me importo com o cinema nacional -especialmente as comédias porque, vejam, eu não achei a menor graça em Carandiru, saca?
Klon, o cyborg
Meu nome é Klon, eu sou um cyborg. Sempre acreditei na Ciência e nos avanços tecnológicos desenvolvidos pelo homem. Por isso me tornei um cyborg. Por isso permiti que cientistas implantassem em mim, a título de experiência, chips de conteúdo e conhecimento, que me tornaram uma criatura única no mundo, metade homem, metade máquina. Ao longo de uma década implantei em média 30 ou 50 chips por ano, em todo o meu corpo. Não é ruim e nem perigoso. E quando você pega o gosto pela coisa, acredite, não quer parar mais. É como o cara que começa com uma tatoo e, quando vê, não tem um centímetro do corpo que não esteja coberto com algum desenho esverdeado.
Eu implantei em minhas mãos chips que me permitem apagar e acender luzes. Me permitem abrir portões automáticos com um simples movimento e me permite mover cadeiras-de-rodas motorizadas, ligar e desligar aparelhos eletrônicos, mover peças de ferro, mover ponteiros de relógios, dar partidas em carros, vasculhar agendas eletrônicas, deletar músicas de i-pods e fazer mais umas 10 milhões de coisas que nem sei ao certo, sem ao menos tocar nos objetos. Só com um simples estalo de dedos.
Permiti que implantassem em meu cérebro chips que contém a gramática de todas as línguas do mundo, inclusive as extintas. Chips com conteúdos de geografia, história, biologia, medicina, direito, preceitos religiosos, filosofia, zoologia, psicanálise, geologia, eletrônica, astrologia, arquitetura, física, química, engenharia, tipografia. Eu tenho habilidade e conhecimento para fazer uma neurocirgia agora, se você quiser.
Imputei chips em meu cérebro que detém o conteúdo de toda a literatura do mundo. Por exemplo, Shakespeare em inglês, espanhol, português, bantu, esperanto, aramaico. Eu posso recitar Shakespeare na língua que você pensar. Toda a literatura brasileira, claro, ficou num chip à parte da literatura mundial, porque me interessou o fato de eu poder atualizá-lo com os títulos recém-lançados, simplesmente acoplando um pen drive em minha bunda e fazendo o download.
Eu tenho um chip que me permite entender a linguagem dos sinais e matemática. Tenho um chip só de piadas. Tem todas, de português, de veado, de loira, de gaúcho e tem piadas sujas. Sei piadas de todos os povos, desde o humor judeu até o humor alemão, que se constitui de mais ou menos umas cinco piadas fracas.
Eu implantei chips que permitem me comunicar com golfinhos, macacos, pássaros. Posso encantar cavalos. Posso encantar baleias. Encantar serpentes. Implantei chips com informações sobre agricultura. Sei como se plantam rabanetes, sei como arar a terra, sei como descascar mandioca. Tem um chip na região do meu pescoço só com receitas culinárias, então eu poderei plantar rabanetes e prepará-los como o melhor chef jamais prepararia.
Implantei em meus olhos, chips que me permitem ver o mundo de várias cores diferentes. Efeitos psicodélicos, mundo em preto e branco, olhar de iguana, visão de raio-x, tudo. Só falta soltar lasers. Tenho chip que me permite pintar como Van Gogh, desenhar como Rembrandt, e pensar como Picasso. Este último, é o chip da criatividade, que armazena zilhões de idéias diferentes para roteiros de cinema, cartuns, literatura. Uma combinação infinita de possibilidades. Precisam ver o solo de guitarra que tirei, tocando como Hendrix, pensando como Bird e compondo como Mozart. Alguém seria capaz disso sem os milagres da Ciência Tecnológica? Não, ninguém seria capaz disso.
Quero ver o primeiro filme do John Ford ou um episódio perdido de Columbo? Basta fechar os olhos que o chip videoteca passa num instante em minha. Dublado, porque eu só vejo filmes dublados!
Tenho chips que me fazem correr como Carl Lewis, nadar como Michael Phelps, jogar como Roger Federer, pilotar como Michael Schumacher, criar jogadas como Pelé. Sem suar, pois tenho um chip que inibe e trata o suor, transformando-o novamente em líquido potável e proteínas, regando as fibras dos meus músculos.
Eu implantei chips que transformam a cor da minha urina. Tenho chips que me possibilitam tirar leite dos meus mamilos. Impantei chips que transformam meus flatos em notas musicais. Na minha bunda têm chips desodorizantes. Chips que esculpem meus excrementos, em formato de cavalinho, girafa, o que eu quiser. Unido ao chip da memória fotográfica, meu ânus esculpiu o retrato de meu pai em fezes, que eu dei de presente a ele, no dia de seu aniversário.
No meu pênis, chips que mantém ereções por tempo indeterminado. Mas o que eu mais gostei foi o chip bombinha, que aumentou em 4 centímetros minha genitália. Tenho chips com imagens de garotas nuas, todas as edições da Playboy. É a maior revolução já feita na masturbação desde o cara que descobriu a famosa técnica de deixar a mão formigando.
Eu sou Klon o cyborg, o homem-máquina, o ser que mais se aproximou de Deus, desde Funes, o memorioso. Bem, agora tenho que ir. Se meu chefe me pega usando o computador favorito dele para navegar na internet, ele vai ficar uma fera.
tava de bobeira na internet e achei este novo cartunista, o Mongo. ele disse que tá fazendo um blog e, que assim que ficar pronto seremos avisados.
KARMA!
Vocês devem ter visto o seriado My Name is Earl, em que Jason Biggs interpreta um cara ( Earl, óbvio) que escreve uma lista de merdas que fez ao longo da vida, e passa os episódios tentando consertar o passado. A vida de Earl é movido pelo karma, que vai destruí-lo se ele não for um homem bom. Inspirado nisso, decidi escrever minha própria lista de karmas que me atormentam há alguns anos mas, ao contrário de Earl, não pretendo sair por aí lambendo as latrinas da vida (wow, adoro essas metáfora absurdas!). Ei-la:
01- Fiz meu gato cair do décimo andar do prédio eu onde morava.
02- Fiz uma garota sem mão ficar constrangida por isso, na rua.
03- Não quis dar a mão para a garota com polidactilia quando estava no primário.
04- Sacaneei a polícia numa charge por não conseguir prender um traficante. No dia seguinte, os policiais mataram o cara.
05- Fiz um cara tomar mijo achando que era guaraná.
06- Fiz piada com a peruca de um cara, depois descobri que ele tinha câncer na cabeça.
07- Fiz piada com um personagem de quadrinho, dizendo que ele tava moribundo. Depois descobri que o autor do personagem tava com leucemia.
bem, por enquanto é isso. se lembrar de algo mais, vou acrescentando...
some old bullshit algumas ilustras que faço para o jornal (GAzeta do Povo) onde trabalho...
essas coisas que tornam a vida divertida: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2007/08/20/297336684.asp
O humor genial e o desenho reluzente do Jean, no segundo livro de tiras lançado pela Recreio. Uma aula de desenho, piadas, coloraçao...ESTRIBUFANTE!
one for the money
Talent
Rárá, cara, eu curti a campanha publicitária do Estadão sacaneando os blogueiros. Quer dizer, do Estadão não, da Talent, a agência de publicidade que criou os anúncios. O Estadão não tem humor, só segundas intenções. O que não entendo é a reação revoltada dos blogueiros (ô termo mais triste!). Nem parecem blogueiros, parecem...leitores do Estadão. Pra que se importar? Adoram provocar, mas quando são provocados, se tornam meio reacionários, sei lá. O que vão fazer, um flash mob com todos de bicicleta em frente ào prédio do jornal? Só se for pelado...Bem, acho que seria uma boa idéia. Vamos fazer uma grande suruba na redação do Estadão como forma de protesto. Wow, isso sim seria uma puta resposta aos caras. Paz, porco.
two for the show
as vezes me pergunto se vou ter que desenhar tiras em quadrinhos para o resto de minha vida...
...surgiua idéia para essa outra, quando perguntei "o que se fala quando alguém ganha uma rodade de pôquer? Xeque-mate? Bati? Truco? Madeeeeira?
Desenhos pusilânimes. Piadas funestas. Personagens nefandos. Gente melíflua. Uma esbórnia completa. Hoje, a partir das 19h00 no Solar do Barão, já disse, né?
Como a língua portuguesa tem palavras legais, não? Furúnculo, balbúrdia, nefasto. Vulva. Perfídia. Funfla. Fleuma. Pleura. Úvula. Válvula, charneca, badalhoca...
puxa até podia fazer umas poesias, tirar fotocópias e vender na noite para a boemia curitibana. Olha, é um grande filão para se ganhar dinheiro., vocês deviam aproveitar!
Olha que legal. O jornal A Tribuna, de Espírito Santo tá publicando minhas tiras, ao lado do Jean, Angeli, Gonsales, Nani e do Gilmar. Agora só faltam 2.497 jornais para igualar o Garfield!
O e-mail que enviei para algumas pessoas da minha selecta lista de endereços e que, agora estendo a todos o convite. Hmmm...frase mais truncada.
Córneas
Dia 14/08 na Gibiteca de Curitiba, vai rolar uma exposição com algumas das
tiras mais cretinamente pusilânimes que já desenhei na vida. A partir das
19h00.
Está previsto distribuição de córneas para as 50 primeiras pessoas que
chegarem. Uma para cada, obviamente.
Tá certo, não é grande coisa, mas você pode trocar na Rua Riachuelo por rins
fígados ou mesmo crack, se for a fim. Não, coração nós não temos.
Um meio de convencer mais gente a ir: vai rolar coquetel na faixa - comes e
bebes, filho, não aquela revistinha de palavras cruzadas.
Ok, é isso, fiz o meu trabalho, convidei todo mundo, minha consciência está
limpa e ninguém pode me falar "por que não me avisou", como geralmente
acontece.
See ya............Benett
PS. Oops-a-daisy! Não sei ocultar o e-mail de todos...
Benettology
Onde? GIBITECA (Centro Cultural Solar do Barão): Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 533 - Centro - Curitiba/PR - Brasil - Terra - Sistema Solar, etc...
Quando? Dia 14/08 (abertura), as 19h00.
Trama Diabolica
Sao essas coisas que tornam o mundo um lugar divertido de se viver: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u319312.shtml
lembra muito o personagem do Lawrence Olivier, no filme do Mankiewicz que intitula o post, nao?
Não domino nada de resenhas de filmes e tal, mas preciso falar do dvd A Boy Named Charlie Brown, de...ahn...1969, traduzido no Brasil como Charlie Brown e Snoopy, que comprei em um desses mercados corporativos que entulham dezenas de títulos num cesto e os vende por preços razoáveis. Comovente, engraçado, um pouco triste, enfim, um filme adorável. Se, em algum momento de sua vida você se identificou com o menino de cabeça redonda e camiseta amarela, você sabe do que estou falando. Não, não é um desenho bobo, infantil. Bobo e infantil é o seu preconceito, velho, vá por mim. Tem passagens dignas de Play it Again, Sam?, do Woody Allen e músicas que fariam Dizzy Gillespie inflar o papo de tanta felicidade.
Fora as coreografias psicodélicas das canções - sim, é um musical - e que canções estribufantes! As cenas do Schroeder tocando piano, com imagens de igrejas (em foto, creiam-me!!!) e estátuas e pinturas coloridas style Andy Warhol são as mais lindas e estranhas. Quase sombrias. Num desenho do Snoopy!!!
A sinopse, claro, eu devia escrever uma pequena sinopse, mas vou me limitar a dizer que a grande piada inicial - o fracasso do Charlie Brown em tudo o que ele faz- o leva a participar de um concurso de soletrar -curiosamente as palavras que lhe caem são "vencido", "inseguro" e por aí vai- e ele, por uma ironia do destino vence, tendo então de representar a escola num concurso nacional. Se você só curte Super Homem e nunca se importou com esse desenho infantil e estúpido, acredite, há mais massa cerebral em um desenho do Charlie Schulz do que testosterona em todo o universo Marvel e DC. Há mais insights em um personagem como Linus do que falos venais em todo quadrinho underground francês.
Todos sabemos que não há humor sem crueldade e quanto mais você aumenta a frequência da malvadeza, mais incomodademente engraçado tende a ficar. Uma das cenas mais divertidas é quando Charlie Brown tenta resolver seus problemas, procurando um(a) psicólogo(a), Lucy Van Pelt, que o leva até sua casa para uma sessão de tortura, mostrando-lhe em slides todos os seus defeitos, complexos, medos. Charlie Brown sai de lá mais arrasado do que entrou, curvado de infelicidade, diizendo estar péssimo. E Lucy, com todo seu sarcasmo e indiferente crueldade, diz sorrindo: - e você não viu o valor da conta, ainda.
Não sei o valor da consulta da Lucy, mas o preço do dvd, 15 paus, é barato perto dos 81 minutos de diversão e sensação de presenciar uma obra genuína de artentrenimento (essa eu inventei). Acho que OS Simpsons - o filme, não supera este. Façamos nossas apostas.
Ladies and germs, broders as sisters...B-Side do JEAN (Folha de S. Paulo).
taco bell nacho libre hugo sanchez rapidito gonzales!!!
olha o charme desses dois!!! muito bem, vocês já sabem que dar de presente no dia dos pais, das crianças, natal, 7 de setembro, aniversários, dia dos namoradors e dia da árvore.
tem um pequeno shopping perto de casa, com uma banca de revistas bem simpática. vou lá de vez em quando. ontem algo me chamou a atenção: a capa de um gibi de heróis da marvel. tinha o capitão américa -nunca fui fã, mas gostava do crânio vermelho- num desenho novo e moderno e...SEM AS ASINHAS NA CABEÇA!!! meu deus, cortaram as asinhas da máscara do capitão américa. é verdade que nunca soube pra que servia, mas enfim...eram asinhas legais. e ao lado dele o thor...SEM AS ASINHAS NA CABEÇA! o thor tinhas asinhas também, naquele capacete ridículo -sei disso porque, quando era criança, fiz um desenhão do thor e mandei para a editora abril publicar na seção de leitores da marvel. nunca publicaram. graças a odin! bem, do jeito que tá, só falta tirarem as asinhas dos pés do príncipe namor. é o fim do mundo. vocês não ficam revoltados???
Triste, meus amigos. Triste perda para a "sétima arte", como dizem os especialistas, a morte de dois ícones do "cinema de arte" ou "cinema adulto" (como dizem os especialistas). Claro que nossa querida espelunca virtual não poderia deixar de homenagear a memória desses dois "gênios do cinema", como dizem os, ahn...especialistas, que se foram essa semana: Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni. À eles:
Zoe e Zezé
Sim, eu sei que ele não está contente. Mas prometo que vou pegar toda minha grana e jogar para o alto, o que o Jim Flora conseguir pegar é dele. Ah, inventei um novo personagem: Cantalupo, o escaravelho satanista, para concorrer com o Smilingüido e tentar tomar um pedaço do mercado religioso/esotérico/evangélico de publicações. Tenho um contrato para assinar com um grande empresário/investidor, chamado Louis Cypher (tem a cara do Robert de Niro e vive descascando um ovo cozido a unha do mindinho. Deprimente). O engraçado é que ele marcou para assinarmos a meia-noite numa encruzilhada, e acho que o Ralph Macchio vai estar por lá, não sei...