benett-o-matic
benett74@uol.com.br
29.10.04
Comments: Excertos de uma vida infame
Ahn...Tirei uns textos que estavam aqui por nao serem engraçados nem terem sentido algum. Mas mais por nao serem engraçados...
Polones
Ahn, tem uma piada de polones que eh otima, que foi mandada pelo Solda. Eh assim. Um polones vai ao oftalmologista, que lhe mostra aquele cartaz com as letras
"C Z W X N Q S T A C Z"
E o oftalmologista pergunta "consegue ler"? E o polones responde "Claro. Eu ate conheço o cara".
Trampo, muito trampo
Voltei a fase de trampar tanto a ponto de nao poder tomar banho. Agora to liberado ate amanha. Mas acho que vou tomar banho soh amanha:) Ah, sabem quem eh meu amigo no orkut? Billy "The Smashing Pumpkins" Corgan. Eh, ele disse "sim". Bem, provavelmente nem eh o cara de verdade, mas o que sseria de nossas vidas se nao fossem as mentiras em que nos acreditamos? Mas...QUE GRAAAAANDE COISA...Bom mesmo h Kill Bill 2...
(Benett)
ps. Hoje, nas bocas: GONZOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!
27.10.04
Comments: Feliz Coincidência
No episódio de ontem de Seinfeld, no final quando ele aparece no palco, ele fez uma piada sobre um "contrato com as mulheres". Bem, quem viu deve lembrar.
Pois é, na hora lembrei que tinha desenhado uma tirinha sobre o mesmo assunto. A tira é de 1999, 2000. O episódio de Seinfeld deve ser de 1995, 1997 no máximo. Bem, nessa época eu nem tinha TV, muito menos TV a cabo. Mas enfim, uma coincidência que me deixou feliz. Somos dementes. Outro dia o Arnaldo White me mostrou uma tira em que usava o mesmo tema de uma tirinha que fiz, sobre tatuar o nome da mina no pênis. Sabe, eu fico feliz. Eu penso as mesmas merdas que esses caras -já ouve outras coincidências com outros autores também- e fico muito feliz. O que pensam os cartunistas e humoristas? Geralmente em algo muito, muito inútil. Ao menos aos olhos mais simplistas -Vejam, tatuar o nome no pau não é de todo inútil. Se você ver um cartunista olhando para o vazio, em silêncio, com um sorriso meia-boca na cara, pode ter certeza. Ele teve um insight para uma piada. É assim que funciona. Podem apostar...
E lembrei dessa tira também...
E dessa...
E essa outra sobre marxismo...

26.10.04
Comments: Im so happy, because today i've found...HARPO!
Uma das coisas pela qual vale a pena estar vivo atende pelo nome de Harpo Marx. Ontem a noite eu passei mal, passei mal de quase mijar nas calças de tanto dar risada de um filme dos Irmaõs Marx chamado Duck Soup -putz, não lembro o nome em português-, na minha (talvez) cena favorita do cinema: Harpo e Chico resolvem se disfarçar de Groucho e, num determinado momento, Harpo e Groucho se encontram e ficam frente a frente, como num espelho. Cara, é mágico! Influenciou todas as gerações de desenho animado até hoje. Acho que nunca ri tanto na minha vida. Já tinha visto o filme há uns 4 anos e também tinha quase vomitado minhas vísceras de tanto dar risada. É a fase mais alucinada dos caras. Quando você pensa em Harpo, descobre que vale a pena estar vivo. Nem que seja só por isso.
Estraga prazeres
Aí um dia me deparo com um pseudo pseudo-intelectual-hype que me diz que não gosta de cinema americano. "Mas nenhum filme?". Nenhum! Depois me disse que acha o cinema brasileiro muito melhor. Puá! O que dizer para uma pessoa assim que não "por favor, não respire o mesmo ar que eu, aberração glandular".
(benett)
21.10.04
Comments: EU FUI A BAHIA! DA PARA ACREDITAR?
Fiquei uma semana lah, em hoteis 5 estrelas -Catussaba e Pestana- com tudo pago, comendo do bom e do melhor, tomando champagne todas as noites e comendo caviar no cafe da manha. Bom pra mim, neh? Pois eh, em troca eu tive apenas de fazer umas fotos e um texto sobre o que vi e vivi por lah. Mas nao pensem que tudo foram flores, amiguinhos. A TV a cabo do hotel tinha apenas 116 canais e eu nem pude asistir um reprise de A Bolha que tava passando porque, olha soh, tive que ficar uma tarde toda passeando de escuna pelo litoral salvadorenho, comendo rodelas de abacaxi com caipiroska. Bem, segue um trecho nao-remixado do texto que sai amanha, no caderno de Turismo, do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba.
Um Cartunista perdido em Salvador
Igual a um Homer Simpson de carne, osso e falta de noção, meu olhar se perdeu no vazio e uma avalanche de pensamentos desconexos acabaram por desenhar um largo sorriso de felicidade em meu rosto: "Humm... Conhecer shopping centers exóticos, explorar hotéis misteriosos, assistir TV a cabo em fuso-horário diferente, tomar coca-cola tipicamente baiana¿Sim meus amigos, vocês podem não acreditar, mas¿ Eu topo ir à Salvador!".
A resposta ao convite para visitar a capital da Bahia dei no dia seguinte, já convencido de que seria divertido eu, tipicamente paranaense/cartunista/urbano/anti-sol e reclamão visitar uma das cidades mais quentes ¿quente em todos os sentidos do termo- do país e escrever um lindo e divertido texto para a editoria de Turismo. Honestamente pensei que não iria mais voltar, extasiado que fiquei com o lugar. Voltei. E aí está o texto, lindo e divertido, com uma dúzia de fitinhas de Nosso Senhor do Bonfim amarradas entre um erro de concordância e outro.
Aeroportos, aviões, essas coisas...
Aeroportos são legais. Na boa, eu moraria num aeroporto, como aquele sujeito iraniano que inspirou o recente filme de Steven Spielberg. Mas voar me deixa realmente tenso. Não sei se me aflige mais ir à mítica Salvador ou viajar de avião. O que são os aviões brasileiros se não grandes ônibus da Viação Cometa com asas? Por mim eles poderiam estender a pista de decolagem de Curitiba à Salvador numa linha reta de asfalto. Assim o avião nem precisaria sair do chão pra chegar lá. Durante a decolagem, grudo na poltrona e a sensação que tenho é que vou engolir minhas gengivas. Por outro lado, acho que as pessoas deviam andar mais de avião. No final das contas, sai mais barato do que as multas do trânsito de Curitiba.
Dessa vez, como de todas as outras, cheguei bem. A imagem das praias da capital baiana, vista a 5 mil metros de altura, significa que, se não estou sobrevoando o Jardim do Éden, com asinhas, cabelo encaracolado e uma auréola dourada, é porque cheguei bem em Salvador. Se o Paraíso tivesse que ter outro nome, ele se chamaria Itapuã. Vinícus de Moraes tinha razão.
Instituições baianas
Acostumado à fria Curitiba, a simpatia das pessoas e a receptividade acolhedora da cidade espantam. Todos são bem recebidos por lá, exceção feita, talvez, aos membros da Ku Klux Klan. O que mais me chamou a atenção, num primeiro contato com os terrestres ¿esqueci de citar, mas eu me considero um¿ahn, alienígena infiltrado entre os terráqueos, mas isso explico em outra ocasião- é que parece que os baianos aprendem a jogar/dançar capoeira antes mesmo de começar a andar. Em outros lugares os bebês ganham chocalhos para se distrair. Lá eles ganham berimbaus. Um dia vi dois fetos jogando capoeira num hospital de Salvador. A capoeira, assim como o Acarajé, o Jorge Amado e a Carla Peres, é uma verdadeira instituição baiana.
Terreiro de Católicos
A religiosidade do baiano também causa espanto. Em Salvador é normal você, digamos, atuar em dois times diferentes, sem problema algum. O Catolicismo é mais imponente, afinal existem 165 Igrejas na capital ¿ 16 delas na região do Pelourinho-, mas os terreiros de Candomblé chegam a 1800 no total! Dica: Por que não fundar uma nova religião com os preceitos das duas, chamada Catolimblé ou Candonlicismo, e com um padre vestido de branco, fumando um charuto e sorvendo aguardente ao invés de vinho?
Asas à cobra
"A principal atividade do baiano é ir à praia", definiu bem o chamado "Bahia way-of-life" nosso guia turístico/espiritual Luis Cléber. Opções não faltam. Desde Inema até a Praia do Flamengo, você pode encontrar praias para todas as finalidades, desde simplesmente passar a tarde em Itapuã até as praias de mar aberto, com ondas fortes, ideais para surfistas, por exemplo. Há ainda as praias cercadas por arrecifes, que formam piscinas naturais de pedra e são ideais para crianças, além de coqueirais, vegetação rasteira e dunas. Tá ligado aquelas praias lindas que a gente só via na TV ou em cartões postais? Então, igual!
Outros grande atrativos dessas praias são os fortes de Mont Serrat, na Península de Itapagibe e o de Santo Antonio, mais conhecido como o Farol da Barra, uma vista privilegiada para se contemplar o pôr-do-sol. Acontece todos os dias, entre o entardecer e o anoitecer. Se um dia isso não acontecer, comece a se preocupar.
Bem, como um bom alienígena esverdeado e reclamão, acabei não indo a nenhuma praia! Nem pisei na areia. Meus coleguinhas de viagem bem que tentaram me convencer a tomar um banho de mar em algum ponto da Baía de Todos os Santos. Optei por tomar um banho de chuveiro e fazer uma bela caminhada entre o banheiro e a cama do quarto de hotel. Como diria meu avô, "Deus dá asas à cobra". Foi o que pensei: Quantos não venderiam a alma para estar no meu lugar? Azar o deles. No dia seguinte, eu iria conhecer a Feira de São Joaquim e o Pelourinho!
Box
Arrocha
Mas não é só a paisagem paradisíaca e mulheres bonitas (ou homens bonitos, se você preferir) que se pode encontrar nas praias de Salvador. Todo o começo de noite, grupos de axé music se reúnem para uma jam session - se é que se pode chamar assim- nas areias da cidade. Desde Cumpádi Washington até Luis Caldas, todos costumam dar ¿uma canja¿ em algumas das tendas preparadas para isso. Se existe um lugar em que se criam tendências musicais, esse lugar é a capital baiana. A axé music pode ter dado uma amenizada no resto do Brasil, mas na Bahia ela é tão presente quanto o azeite de dendê nas comidas. Aliás, o carnaval se prepara para a explosão de um novo ritmo erótico chamado ¿arrocha¿, que vai fazer a lambada parecer dança sacra medieval. O arrocha é um estilo de música que lembra o merengue e a seresta, mas tem mesmo um pé em Sidney Magal. Um bom lugar para vocês ouvirem arrocha ao vivo é na Lagoa do Abaeté onde, por sinal, se vende a ¿cachaça de cobra coral¿, na barraca do Barbudo. Eu tomei, e a sensação é de ter engolido ácido sulfúrico com halls preto ultra-forte. Por 10 centavos a mais, talvez você possa mastigar a cobra coral!
Roteiro Outsider
Brega
Fiquei com vontade de caminhar pelas antigas ruas de paralelepípedo do Brega. O Brega é uma região que fica perto do famoso Elevador Lacerda. Então, ali, há uns 100 anos, era a famosa zona do meretrício de Salvador, uma ladeira onde, de um lado você tem uma parede de quase 90? também de paralelepípedos e, do outro, casinhas antigas com vista para a imensidão azul do mar. No meio um monte de gente disposta a se divertir. O Brega é definitivamente decadente, boemio e suburbano. As pessoas que viviam ali há 100 anos, provavelmente ainda estão lá. Certamente o escritor cubano Pedro Juan Gutiérrez teria espamos de felicidade se visse aquilo. Agora, se você for até lá, eu aconselho-o a ter um plano funerário.
Feira de São Joaquim
A Feira de São Joaquím também me fascinou. Um labirinto imenso de barraquinhas e ruas estreitas, pessoas indo e vindo, umas trabalhando, outras bebendo e outras simplesmente batendo carteiras. Ali, a impressão que dá é que o tempo inexiste, e que aquelas pessoas estão ali desde sempre, vendendo camarão seco ou esculturas de argila. Tentei me desgarrar e ir até o fundão da Feira, onde ficam as tendinhas que vendem produtos para Umbanda, como olhos de sapo, cabeças de bode e essências de morcego ¿vocês sabem, eu precisava trazer lembranças para os amigos-, mas fui sabiamente demovido da idéia.
Uma tarde num terreiro de Candomblé
Visitamos um terreiro de Candomblé num bairro operário de Salvador. Imaginei que chegaríamos lá e um preto velho, arcado, vestido de branco e com um charuto na boca nos receberia com uma risada enigmática e um estrondoso ¿êia, misifío¿. Daí olharia em meus olhos e jogaria uma maldição para eu nunca mais conseguir dobrar a esquerda, como Owen Wilson no filme Zoolander. Eu estava quase em pânico. Depois de avião, sapos, rios, o que mais tenho medo é de qualquer coisa ¿Made in Além¿.
Bem, o encontro com o pessoal foi sossegado. Fomos recebidos pela Makota, uma espécie de assessora de imprensa do terreiro. Ela nos levou para conhecer o quarto do Tempo ¿uma das entidades divinas do Candomblé de Angola- mas ele estava dormindo e não quis nos receber. Ela nos pareceu uma mulher muito lúcida e politizada, bem-humorada e que gostava de criar galinhas. Uma delas, por sinal, deu um vôo rasante sobre nós, um grupo de jornalistas céticos e curiosos, receosos por estar num lugar tão energizado. Um prenúncio de que deveríamos ir embora. A atmosfera do terreiro me diz que não é um lugar onde eu poderia, sei lá, tirar minhas meias e relaxar. Não é para pessoas como eu.
19.10.04
Comments:
Memorias de um vira-lata
Sim, nós éramos muito pobres. E eu odiava isso. Queria ser rico. E minha mãe dizia que o que importava era ser "rico de saúde". Isso era idiota. Eu não podia chegar na loja de brinquedos e dizer "Não tenho dinheiro, mas sou rico de saúde. Vou pagar esse Ferrorama XP-500 com 200 polichinelos e 50 abdominais", podia?
PS. dia 20 estarei na Unicenp, ao lado dos cartunistas Tiago Recchia (Los 3 Inimigos) e Dante Mendonça (O Estado do Parana) falando umas merdas para os estudantes. Dia 20, as 8 da madrugada!!!
15.10.04
Comments: Personagens gays
Sempre quis ter um personagem famoso ou bem sacado. Assim como o Arnaldo Branco tem o Capitão Presença ou o Adão tem o Rocky & Hudson. Assim, sabe, sucesso de público. Então. Acho que tive uma idéia que pode render algo. Bolei meus primeiros personagens gays. São 3 poodles -um rosa, um azul calcinha e um amarelo- chamados Docinho, Lindinho e Focinho. A tira chama-se Poodle's Eye for a Straight Dog e eles dão um trato em vira-latas (scumbags), pitbulls e etc. Do tipo "esse creminho é ótimo contra sarna" ou então "você precisa parar com essa mania de lamber as bolas na frente de todo mundo. Ei, pare de cheirar a sua irmã". Ou ainda "você já tem seu nome no pratinho de comida, pra que mijar em cima só pra provar que é seu"? Como dizem no mundo dos roteiros de TV, tenho algo aí. Parece que rende umas piadas mas, pra variar, não consegui sentar e desenhar nádegas ainda:(
(benett)
PS> A cada dia que passa tenho me tornado mais fã do Adão. Ele é muito engraçado. Talvez o mais engraçado. A What's Pop Up é de matar! De rir...
A vida é boa. mas é injusta!
Esqueci que blog é uma coisa para ser atualizada diariamente. Bem, vamos fazer isso antes que vocês se cansem de vir aqui e ver essa bagaça às moscas, baratas, limo e fungos...ratos radiativos devorando lagartixas que devoram besouros que devoram aranhas que devoram sapos que devoram carneiros e assim vai eternamente. É a vida, fazer o quê?
Uma ilustra...
e uma tirinha meio mais ou menos...
10.10.04
Comments: No future for you!
Sempre achei que a pior profissão no mundo fosse ascensorista de elevador. Há controvérsias. Essa das tirinhas, por exemplo, dizem que é pior. Não sei, pra mim nem classifico como uma profissão, acho que é mais um castigo ou um karma -ou as duas coisas. Me inspirei naquela série de documentários "Profissão: Cartunista". Pensei numa sequência de 10 ou 12 tiras. Consegui rabiscar 5, essas duas me pareceram mais divertidas. Depois, desisti. Tô fora de forma. Acho que vou mudar de profissão. Pensado bem, ascensorista não me parece tão ruim assim...Você não precisa bolar piadas. Você apenas aperta uns botõezinhos o dia inteiro, chega em casa, desconta a raiva nos filhos, enche a cara, chora, pensa em se matar e, quando vê, já tá na hora de ir trabalhar de novo. Simples, como deve ser a vida!
PS. É preciso ser escatológico para fazer sucesso hoje em dia?
7.10.04
Comments: A arte de perder amigos
Mais sobre meu mundinho autista ridículo. Perdi um amigo tempos atrás por causa de uma piada. Há tempos não via o cara e, agora, ele tinha um filho com a namorada. A gente se encontrou por acaso, numa delicatessen (ui!).
Bntt: -Nossa, que legal. Vocês têm um bebê. Que bonitinho, é perfeitinho.
Mãe: -É, o único o problema é que ele chora todas as noites.
Bntt: -Se eu fosse filho dele (apontando para o pai) eu também choraria todas as noites...
Ficou um climão...Sabe aquele silêncio, você vê um rolo de mato seco passando lentamente, sons de grilo...Mas meu sorriso ficou inalterado!
(Bntt)
PS. Nada a ver aquele outro post que tava aqui, né?
Jean-o-matic: A saideira...
6.10.04
Comments: Charlie Watts
Mick Jagger disse ontem (hoje) que hoje(amanhã) Charlie Watts fará outro exame e, amanhã (anteontem) confirmará que está curado do câncer. Nesse caso, eu gostaria de ser Charlie Watts. Alguns preferem o Ringo, mas Ringo ficou patético depois e velho, ao contrário de Watts, que apenas teve câncer.
Mundo Autista Ridículo
PS. Tudo bem, Escorpião não é melhor do que Manhattan, mas é do mesmo nível. Se em Manhattan a trilha é de George Gershwin, Escorpião é Django Reinhardt!
E tem citações de Ladrão de Casaca, do gordo Hitch. Não me venham com essa de que "Allen não é mais um diretor de cinema". Inácio Araújo, acreditam?
(Benett)

2.10.04
Comments: Ah, pra variar um pouco os comentários sumiram. É sempre assim, sempre some alguma coisa. Um dia são os comentários, noutro é o contador de acessos. Não duvido que daqui a alguns dias eu acabe sumindo. Ahn, deu pra perceber que não tenho nada muito importante pra falar, exceto que não quero mais ser o Charlie Watts -parece que ele tá com câncer e não é legal ter câncer. Vejam vocês, ele teve a vida mais fácil do mundo e agora essa! - e...bem, algumas pessoas não vão gostar nada disso, mas...bem, isso não interessa a ninguém, nem é uma discussão atual sobre um tema importante, exceto no meu mundinho autista ridículo: Acho o Escorpião de Jade melhor do que Manhattan. É que vi os dois recentemente e, sabem, eu precisava dizer isso.
Jeanianas

1.10.04
Comments: Legal...Cade os comments? Sumiram? Shit!
Mas enfim, segue umas tiras do Jean para animar o dia...

Comments: Amanha nas Broncas:
GONZO ESPECIAL MALVAAAADOOOOOOSSSSSS!!!!!!!
O Andre Dahmer (www.malvados.com.br), agora eh meu broder tambem, liberou um material pra gente. Puta honra para nosotros.

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